Leopoldina, MG

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Autores Leopoldinenses na Flileo

Posted: 11 May 2018 04:20 PM PDT

No sábado, dia 26 de maio, os escritores leopoldinenses estarão em destaque.

Logo após a palestra, no auditório do Centro Cultural Mauro de Almeida Pereira, os autores se reunirão no saguão para autografarem suas obras.

 

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Programa da Festa Literária de Leopoldina

Posted: 04 May 2018 06:16 AM PDT

Programação da Flileo

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Maio de 1918

Posted: 01 May 2018 02:49 AM PDT

Nascimentos em Leopoldina

7 Mai 1918,

Silvio Leal

pais: Luiz Rodrigues Leal e Maria Orsolina Togni


15 Mai 1918,

Nelson Ferreira de Souza Lima

pais: Francisco de Souza Lima e Ana Ferreira de Almeida

cônjuge: Ivone

Maria José

pais: Antonio Alves de Oliveira e Maria José do Nascimento

Valentim Montan

pais: Antonio Montan e Josefina da Silva


16 Mai 1918,

Sebastião

pais: Sebastião Rodrigues da Silva e Evarista Lomba


20 Mai 1918,

Maria Virginia Carraro

pais: Massimiliano Luigi Carraro e Angelina Guarda


21 Mai 1918,

Ulisses

pais: Oscar José de Almeida Ramos e Jacira Venâncido de Almeida


22 Mai 1918,

Odilon Maragna

pais: Cirilo Maragna e Sebastiana de Souza


29 Mai 1918,

Maria Madalena Saggioro

pais: Antonio Saggioro e Octavia Lorenzetto

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Último dia da Flileo

Posted: 27 Apr 2018 03:11 AM PDT

No encerramento da primeira Festa Literária de Leopoldina, os escritores leopoldinenses serão homenageados em palestra e no Café com o escritor.

Teremos, também, lançamento de livros, workshop, apresentações culturais com artista locais e a Mesa Redondo sobre Miguel Torga, o grande autor português que viveu em Leopoldina.

Inscreva-se para o Cafe com o Escritor.

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Obras e autores leopoldinenses: uma coleção

Posted: 25 Apr 2018 03:47 AM PDT

José Luiz Machado Rodrigues, nascido no bairro da Onça, em Leopoldina, em 23.01.1946, é o quinto filho do casal João Rodrigues e Maria (Pereira) Machado Rodrigues (Pequetita). É casado com Lêda Maria Ferreira Rodrigues. Estudou no Grupo Novo e na Escola Estadual Prof. Botelho Reis. Bacharelou-se em Direito pela Faculdade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro. É aposentado pelo Banco do Brasil. Tem por gosto estudar história e genealogia. É membro do Colégio Brasileiro de Genealogia e da Academia Leopoldinense de Letras e Artes onde ocupa a cadeira nº 11 cujo patrono é Francisco de Paula Ferreira de Rezende.

Palestra: Obras e autores leopoldinenses – Uma coleção

SÁBADO – 26/05/2018

Centro Cultural Mauro de Almeida Pereira / 10:00

Em seguida, na tenda da Praça Félix Martins

Café com o Escritor e Lançamento de livros de autores leopoldinenses.

Inscreva-se aqui.

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Pelos 108 anos da Colônia Agrícola da Constança

Posted: 25 Apr 2018 01:51 AM PDT

O interesse inicial pela pesquisa sobre a imigração em Leopoldina surgiu no decorrer de estudo sobre antigas famílias leopoldinenses, quando foi observada, nos livros das paróquias, uma grande incidência de sobrenomes não portugueses entre os noivos, os pais e os padrinhos das crianças. Constatou-se que 10% dos noivos do período de 1890 a 1930 eram imigrantes e, destes, 9% eram italianos. O 1% restante era composto de portugueses, espanhóis, sírios, açorianos, franceses, egípcios e nativos das Ilhas Canárias.

Observou-se que um contingente significativo de habitantes de Leopoldina carecia de um estudo melhor sobre suas vidas e importância para o município. E não se tinha notícia de qualquer movimento permanente no sentido de manter viva a memória daqueles conterrâneos por adoção.

Descobriu-se que os próprios descendentes haviam perdido a lembrança de muitos detalhes sobre a trajetória de seus antepassados, o que demandou um cuidadoso levantamento de fontes que pudessem comprovar ou corrigir o que era senso comum.

Assim, as primeiras informações foram organizadas em 1994 e começaram a ser publicadas cinco anos depois, após documentadas em outras fontes.

E desde então, contar a história do indivíduo para se chegar à da cidade passou a ser o carro de primeira classe deste imaginário Trem de História. Desde o começo das primeiras viagens. Desde o início da pesquisa sobre a imigração em Leopoldina, quando se observou que o esquecimento da história da cidade era favorecido pela falta de elementos que alimentassem a memória coletiva.

Conforme ensina Le Goff, "o que sobrevive não é o conjunto daquilo que existiu no passado", mas os "materiais de memória", ou seja, os monumentos e os documentos. Para o autor francês, "monumento é tudo aquilo que pode evocar o passado" e o interesse da memória coletiva que se desloca da história dos grandes homens e dos acontecimentos de impacto geral para aquilo que diz respeito mais de perto à coletividade.

Apreendidos estes ensinamentos, para alimentar a memória dos leopoldinenses, trazendo-lhes de volta a trajetória dos conterrâneos que aqui viveram na época analisada, entendeu-se necessário oferecer-lhes instrumentos adequados. Razão pela qual foi encaminhada em 2008, para a Câmara Municipal de Leopoldina, uma sugestão para nomear como "Caminho do Imigrante" parte do trajeto que eles faziam quando, de seus lotes na Colônia Agrícola da Constança demandavam a Igrejinha de Santo Antônio e a Casa Timbiras. Uma forma simples e de pequeno custo para perpetuar a gratidão a estes bravos. O que finalmente, no dia 10 de outubro de 2017, mereceu aprovação pela Câmara Municipal. Desta forma, mais um Monumento de Memória veio se juntar ao que foi construído a partir de 23.10.99, quando os autores da pesquisa começaram a publicar, na Gazeta de Leopoldina, uma série de artigos sobre a Colônia Agrícola da Constança.

Na verdade a ideia destes artigos havia tomado forma um ano antes, na edição de nov/dez 1998 do jornal Equipe, a primeira tentativa de levar ao conhecimento dos leitores um pouco da história da Colônia Agrícola da Constança e da sua parte que forma hoje o Bairro Boa Sorte. O objetivo era relembrar a importância dos imigrantes italianos para Leopoldina e o grande exemplo deixado por esta iniciativa de distribuição de terras. A partir daí, foram publicados 13 artigos na Gazeta e 79 no Jornal Leopoldinense, formando um grande conjunto de informações sobre os imigrantes que viviam em Leopoldina entre 1880 e 1930.

Da mesma forma, por ocasião das comemorações do Centenário da Colônia Agrícola da Constança e dos 130 anos de Imigração Italiana em Leopoldina, em abril de 2010, falou-se na inclusão, no calendário comemorativo da cidade, do dia 21 de fevereiro, Dia Nacional do Imigrante Italiano, criado pela Lei Federal nº 11.687, de 02.05.2008. Ideia que, ao que parece, não sensibilizou os administradores municipais. Mas este ano foi adotada pela ACIL, com uma bela festa em fevereiro.

Com a inauguração do Centro Cultural Mauro de Almeida Pereira, em julho de 2016, mais um Monumento se concretizou através de coleção de fotografias, obtidas no decorrer da pesquisa, que foram entregues para a Superintendente de Cultura, professora Amanda Almeida, e foram reproduzidas em sala daquele importante equipamento cultural leopoldinense.

Agora, com o sentido de aprimorar o conhecimento adquirido, a pesquisa sobre os imigrantes continua em outro patamar. E para alegria dos autores, n'alguns pontos da cidade notam-se embrionários movimentos familiares e sociais no sentido de se valorizar o tema "imigração italiana", dando a devida importância aos descendentes e preservando o pouco da lembrança que ainda resta dos primeiros que chegaram ao município.

E é muito bom que seja assim, para que mais adiante se possa continuar a contar a história deles e, por via de consequência a de Leopoldina que, entende-se melhor agora, não é apenas a lenda do caldeirão de Feijão Cru.

No mais, parabéns descendentes dos Imigrantes que ajudam a construir uma Leopoldina cada vez melhor para todos.


Referência bibliográfica:

LE GOFF, Jacques. História e Memória. 5 ed. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2003. p.525-541

RODRIGUES, José Luiz Machado e CANTONI, Nilza. Leopoldina: 2010. Disponível em <http://cantoni.pro.br/blog/2010/04/imigracao-em-leopoldina/>

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado na edição 353 no jornal Leopoldinense de 16 de abril de 2018

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25 de maio de 2018: penúltimo dia da Flileo

Posted: 24 Apr 2018 04:47 AM PDT

A Festa Literária de Leopoldina convida para oficinas e palestras do dia 25 de maio, e para mesa redonda dedicada especialmente aos professores.

Inscreva-se, aqui, para as oficinas e workshop.

 

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99 – Costa Cruz – Raimundo, Armando e Antônio Martins da Costa Cruz

Posted: 20 Apr 2018 02:33 AM PDT

Para encerrar a apresentação da família de Joaquim José da Costa Cruz e Ana Joaquina Martins da Costa, o Trem de História aborda os dois últimos filhos do casal.

Raimundo Martins da Costa Cruz é o nono filho do casal Joaquim José e Ana Joaquina. Nasceu[1] em Leopoldina em 1864. Casou-se com Tereza de Souza Lima, filha de João José de Souza Lima e Carlota Raquel de Souza Barroso, em 09.05.1885, em Cataguarino, Cataguases[2].

Em novembro de 1888 Raimundo aparece como proprietário do Engenho Central Raymundo Cruz & Comp. em Leopoldina[3]. Com as pesquisas realizadas até agora não foi possível apurar se tal empresa seria uma das fornecedoras do Engenho Central Aracaty, cujos sócios majoritários eram seu irmão Custódio José e seu cunhado Teófilo Ribeiro.

Raimundo era eleitor em Leopoldina em 1892 e na ata de qualificação é mencionado como lavrador. Em 1897 foi nomeado[4] Capitão da 2ª Cia do 70º Batalhão de Infantaria da Guarda Nacional.

Segundo o pesquisador Luiz Hisse, Raimundo Martins da Costa Cruz teve uma filha de nome Maria Delfim Cruz que foi a segunda esposa de Fernando de Freitas Pacheco, filho de Honório de Freitas Pacheco e Candida Josefina de Avila Meireles. Do casamento de Maria Delfim com Fernando de Freitas Pacheco são os filhos: Jaime, Vicente, Cândida, Teresinha e Eugênia da Cruz Pacheco.

 Em nossas buscas foram encontrados os seguintes filhos de Raimundo Martins da Costa Cruz e Tereza de Souza Lima, todos eles nascidos em Leopoldina: 1 – Guiomar (n.1886)[5], casou-se com seu primo Artur Martins da Costa Cruz. Segundo Joana Capella, o Cel. Arthur era proprietário da fazenda Retiro, em Cataguarino. Arthur era filho de Antonio Martins da Costa Cruz (irmão de Raymundo) e Barbara Rodrigues, filha de Manoel Affonso Rodrigues Junior. Manoel Affonso era de Leopoldina e foi para Cataguarino com o pai e irmãos. Foi dono da fazenda Cachoeira do Funil; 2 – José (n.1888)[6]. Casou-se com Augusta de Souza Pinto. O casal teve pelo menos a filha Josefina, nascida[7] em 1925, em Leopoldina; 3 – Maria José (n.1892)[8]; 4 – Silvio (n.1894) [9[; e, 5 – Custódio (n.1896)[10].

Armando Martins da Costa Cruz é o décimo filho do casal Joaquim José e Ana Joaquina. Nasceu em Leopoldina em janeiro de 1865. Dele não se tem mais notícias.

Antônio Martins da Costa Cruz é o filho caçula do casal Joaquim José e Ana Joaquina. Casou-se com Rita e, em segundas núpcias, com Carlota Rodrigues com quem teve os filhos: 1 – Cornélia, nascida em Cataguases, casou-se [11] com seu primo Joaquim Martins Guerra, filho de João Batista Martins Guerra e Teresa Martins da Costa Cruz, já citados nesta série; 2 – Manoel Olímpio casou-se com Laudelina Martins Guerra, irmã de seu cunhado João Batista. Tiveram dois filhos: Eduardo e Joaquim Martins da Costa Cruz, este nascido em 1898, casado com Lúcia Santos e, conforme Pedro Maciel Vidigal foi prefeito de Cataguases; e, 3 – Artur, casado com sua prima Guiomar de Lima da Costa Cruz, primeira das filhas de seus tios Raimundo Martins da Costa Cruz e Tereza de Souza Lima, citados anteriormente.

Registre-se que no livro de matrículas do Colégio Caraça de 1900 consta um Joaquim Martins da Costa Cruz, filho de Antonio Martins da Costa Cruz, matriculado no dia 09 de fevereiro sob nº 3163, que poderia ser, então, o quarto filho do casal Antonio e Rita. Mas surge uma dúvida porque tal aluno residiria na Estação Dona Euzébia e, segundo o pesquisador Luiz Hisse, já citado noutro ponto deste trabalho sobre a família Costa Cruz, teria existido um outro Arthur Martins da Costa Cruz. Este, filho de Dino Costa Cruz, proprietário da fazenda Retiro, na serra da Onça, localizada entre Dona Euzébia e Guidoval, MG.

Diante disto torna-se necessário o aprofundamento das pesquisas para que se esclareça em definitivo a verdadeira paternidade do aluno do Colégio Caraça. Mas esta missão de deslindar o "mistério" ficará para outra oportunidade ou, para outro pesquisador. Porque, com este artigo, o Trem de História encerrará a série sobre a família Costa Cruz.

Em Leopoldina, a família foi iniciada com Joaquim José da Costa Cruz, nascido por volta de 1816 e falecido em 24.06.1881, em Leopoldina. Casado com Ana Joaquina Martins da Costa, filha de Manoel Martins da Costa Neto e Teresa Maria de Jesus. Neta paterna de Manoel Martins da Costa Filho e Maria do Carmo Ferreira Cabral.

A família Costa Cruz deu origem ao notável jornalista, escritor e poeta brilhante, Dilermando Martins da Costa Cruz, nascido em Leopoldina em 1879 e falecido em Juiz de Fora em 1935. Dilermando foi um dos fundadores da Academia Mineira de Letras e é patrono da cadeira nº 15 da Academia Leopoldinense de Letras e Artes – ALLA, hoje ocupada por Natania Nogueira.

No próximo Jornal outro assunto ou personagem será içado do passado para os dias atuais. Até lá!


Fontes Consultadas:

[1] Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv 01 bat fls 118 termo 628.

[2] Pesquisa de Joana Capella nos livros paroquiais da Igreja de Santa Rita, Cataguases.

[3] Irradiação (Leopoldina, MG, 14 nov 1888, ed 39 p 4.

[4] Diário Oficial da União, 10 dez 1897 seção 1 p 4.

[5] Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv 02 bat fls 157v termo 1501.

[6] idem, lv 03 bat fls 58 termo ordem 555.

[7] idem, lv 21 bat fls 71v termo 278

[8] idem, lv 04 bat fls 79v termo 938

[9] idem, lv 05 bat fls 43 termo 106

[10] idem, lv 06 bat fls 100 termo 37

[11] Gazeta de Leopoldina, 6 nov 1898 ed 60 p 1

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado na edição 352 no jornal Leopoldinense de 01 de abril de 2018

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